Deputados ameaçam convocar Palocci por PEC 300
Fonte: Pec300
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Joabes Guedes

18:52
Joabes Guedes

Em geral, a postura das polícias reflete predominantemente a cultura da sociedade onde está inserida, afinal os valores trazidos pelos integrantes que as compõem foram obtidos no meio familiar e social que fazem parte, mesclando-se com a tradição da instituição. O brasileiro é tido como malandro, o que entre outras características, aponta para a indisposição a adequações hierárquicas e disciplinares mais rígidas.
Algumas palavras são capazes de manifestar essa qualidade, notadamente o termo irreverência, muito utilizado como qualidade positiva de humoristas ou personalidades benquistas, quando na verdade, em sentido denotativo, significa a não reverência, não acatar autoridades, ser desobediente. Isso demonstra como certos termos possuem significados distorcidos impregnados, o que também ocorre em estruturas hierárquicas militares.
Conflitos classistas entre praças e oficiais são históricos e parecem intermináveis, contudo uma interpretação alternativa faz crer que é ledo engano atribuir as diferenças e desavenças a postos e graduações, sem perceber que o problema se encontra em atitudes e condutas de pessoas específicas. A falta de uma percepção mais nítida leva a distorções da realidade, de modo que a sugestão que se segue seria capaz de comprovar o equívoco lingüístico existente na comunicação sobre problemas internos das corporações, seja no trato pessoal, em condutas legais ou outras áreas.
Será que se de repente só existissem praças, sendo nomeado para o comando geral um subtenente, ficando os sargentos responsáveis pelo comando das unidades, os cabos coordenando a execução do serviço e os soldados responsáveis pela execução prática, veríamos o fim das tão reclamadas diferenças? Ou ainda se, ao contrário, todos fossem oficiais, tendo no extremo um marechal, na cúpula generais, no intermédio coronéis, na coordenação majores, e no comando das guarnições da área capitães chefiando tenentes, enfim se encerrariam os problemas?
Obviamente não, a questão ultrapassa com folga os limites da mera nomenclatura ou nivelamento em graus hierárquicos, porém insistentemente há quem se apegue ao fatalismo vitimista, atribuindo a si maldições impregnadas e a determinada patente qualificações negativas, quando o problema se encontra ou na pessoa ou nas engrenagens que estruturam o funcionamento da máquina.
A ideia do texto pode ser truncada para alguns, mas há de ser esclarecedora para outros. Existem problemas, alguns muito graves, e minimizá-los de modo simplista a duelos de classes é um passo para trás na tentativa de solucionar. Quem teima em criar determinismos generalizados (na lógica = se praça então tal, se oficial então aquilo) presta um grande desserviço.
Victor Fonseca - www.abordagempolicial.com
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10:49
Joabes Guedes

Cansados de apelar às autoridades brasileiras, que se utilizam dos mesmos discursos e práticas para adiar a votação da Proposta de Emenda Constitucional nº 300, a PEC 300, que estabelece o Piso Salarial Nacional para os policiais brasileiros, os policiais e bombeiros do Brasil resolveram provocar o Presidente da FIFA (Fédération Internationale de Football Association) e do COI (Comitê Olímpico Internacional) denunciando as situações em que se encontram as polícias brasileiras.
Um modelo de abaixo-assinado está sendo compartilhado em várias redes sociais, para que policiais imprimam e recolham assinaturas de colegas, familiares e conhecidos, visando remeter o maior número de assinaturas possível ratificando a seguinte situação:

O modelo acima se refere ao Rio de Janeiro, podendo ser adaptável a cada estado da federação. Trata-se duma iniciativa inteligente e plenamente legal de reivindicação, que pode fazer com que os presidentes das entidades desportivas influenciem os legisladores brasileiros e os governos a se empenharem na aprovação da PEC.
Segundo vem sendo divulgado nos blogs e comunidades, em momento oportuno será anunciado o modo de reunir todas as assinaturas recolhidas no Brasil. É mais uma frente na luta pela PEC 300. Boa sorte a todos nós!
Danillo Ferreira - www.abordagempolicial.com
09:45
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| O número dois da Força Nacional, capitão Luigi, ao lado da mulher, Adriana Ruver, mobilizada em Brasília |
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| Diretor-substituto da Força Nacional, capitão Luigi, ao lado do amigo sargento Bittencourt, cuja mulher também trabalha em Brasília |
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| Ângela Ruver, cunhada do capitão Luigi, foi mobilizada em dezembro pela Força Nacional para a capital |
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| Policiais da Força Nacional em atuação no Complexo do Alemão, em janeiro de 2008 |
16:27
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| Tião Viana anunciou concurso para 200 vagas. Processo seletivo será realizado ainda este ano O governador Tião Viana deu posse a sete novos delegados e dois escrivães da polícia civil na tarde de ontem. A solenidade ocorreu no Departamento de Polícia Civil. A chegada dos concursados foi recebida com uma boa notícia, anunciada pelo chefe do Executivo: a autorização de concurso para preenchimento de 200 cargos. Foram empossados os delegados Marco Antônio de Toledo Geraldo, Fabrizzio Leonard Sobreira, Lucélia Dias Felix Martins, Ricardo Castelo Rodrigues Casas, Antônio Carlos Marques Mello, Roberto de Oliveira Lucena e Martin Fillus Cavalcante Hessel, o único acreano da turma, que vai assumir a Regional do Baixo Acre, com sede em Plácido de Castro. Em seu discurso, o governador Tião Viana ressaltou que quanto maior o cargo, maior também é a responsabilidade de quem o assume. “Ser autoridade policial não significa transpor as fronteiras do que está na lei, mas, o contrário, que é o cumprimento das responsabilidades adequadas. Esse é um momento de festa e o que vejo em cada um é a motivação. A Polícia Civil vive uma fase importante, agora com casa própria, e tem contribuído muito com a redução dos índices de violência. É por isso que aproveito aqui para anunciar que o Governo do Estado está autorizando concurso para 200 vagas para Polícia Civil”. Segundo Emilson Farias, serão 30 vagas para escrivães, seis para médicos legistas e 164 para agentes de Polícia Civil. Página 20 |
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